E finalmente a confusão do casar ou não casar gays saiu do papel e virou realidade.
Gays podem se casar agora, diante da lei.
Sinceramente, até que fim, né?! Já era hora dessa discussão ter fim...
Mas não há como falar da #uniãohomoafetiva e não falar do #chupamalafaia né? São quase complementos um do outro!
Aos os desavisados e preconceituosos:
- barrar a união homoafetiva não diminui ou combate o homossexualismo. Então, crentaiada que tem preguiça de pensar, vos digo: os gays sempre viveram juntos, se amansebaram, namoraram ou casaram antes disso. Não é um papel que os fará desistir da idéia de ser gay.
- O Brasil é um Estado Laico. Não é uma vontade da igreja (seja ela católica ou evangélica) que define quem possui direitos civis e democráticos. Ou será que os crentes gostariam que os políticos definissem regras para os cultos, dízimos, ofertas, celebrações...?
- Declarar guerra aos gays e simpatizantes não significa ser protestante. Significa preconceito. Em que os crentes são melhores que um gay? Jesus morreu, por mim, por você, e pelo homossexual. Foi o mesmo sangue, e a mesma dor. E o mesmo mandamento foi deixado para todos: amar ao próximo como a nós mesmos. Então, pare de arrogância, de bater nos peitos e dizer que esses 'viados' são isso ou aquilo e vão casar e etc. Se você é crente de verdade, ame-o. E ore por ele.
- Fazer piadinhas com os crentes, rebaixá-los a vala comum de preconceituosos e não pensantes, faz dos gays e os simpatizantes tão preconceituosos quanto aquele que os julgam. Então, não levante a bandeira da liberdade, igualdade, contra o preconceito, quando você mesmo, por ser gay, discrimina protestantes ou aqueles que não concordam com o que você pensa. O respeito é bom para todos.
- Aos não crentes: não pensem que cristãos protestantes se resumem a Silas Malafaia, Valdomiro, RR Soares, Valadões, Marcos Feliciano...
;)
segunda-feira, 9 de maio de 2011
#Chupamalafaia #Uniãohomoafetiva
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Mara Dallenna
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sexta-feira, 6 de maio de 2011
Minhas desculpas à Cinthia Lages
Ontem à noite, fui impossibilitada de ir ao Piauí Fashion Week assistir aos desfiles da Kempf e da @bsoluta. Então, fiquei em casa, vendo pela tv e acompanhando pelo twitter.
Como um espaço democrático, fiz alguns comentários sobre a cobertura 'jornalística' da Cinthia Lages no twitter. E apesar de saber que ela poderia tomar conhecimento das minhas declarações, não creditei tanta importância ao fato. Afinal, cada um tem uma opinião e está livre para defendê-la em qualquer lugar. Mas ela não gostou. E mesmo sabendo que não fui a única a criticar, e também que não foi só por minha causa (quem sou eu, né?) ela colocou aquele velho cadeadinho em sua página.
De fato, para mim, a cobertura jornalística deixou a desejar. Em um evento que tem crescido a cada ano e que tem sido uma vitrine para a moda piauiense, merece mais atenção por parte dos jornalistas. Acredito que eles devem deixar os achismos e focar no trabalho de moda, estilo, tendências. Não é porque o assunto é moda, que tem mais regalias ou que deva ser tratado como 'conversa de comadre'. Notícia é notícia.
Porém, isso não me dá o direito de ofender (se é que ela se sentiu ofendida) qualquer que seja a pessoa. Então, utilizo-me de mais de 140 caracteres para pedir desculpas a jornalista Cinthia Lages pelos meus comentários. Afinal, quem sou eu comparada à ela?!Reconheço minha pequenez.
Não sei se ela tomará conhecimento, mas é tudo que posso fazer.
;)
Como um espaço democrático, fiz alguns comentários sobre a cobertura 'jornalística' da Cinthia Lages no twitter. E apesar de saber que ela poderia tomar conhecimento das minhas declarações, não creditei tanta importância ao fato. Afinal, cada um tem uma opinião e está livre para defendê-la em qualquer lugar. Mas ela não gostou. E mesmo sabendo que não fui a única a criticar, e também que não foi só por minha causa (quem sou eu, né?) ela colocou aquele velho cadeadinho em sua página.
De fato, para mim, a cobertura jornalística deixou a desejar. Em um evento que tem crescido a cada ano e que tem sido uma vitrine para a moda piauiense, merece mais atenção por parte dos jornalistas. Acredito que eles devem deixar os achismos e focar no trabalho de moda, estilo, tendências. Não é porque o assunto é moda, que tem mais regalias ou que deva ser tratado como 'conversa de comadre'. Notícia é notícia.
Porém, isso não me dá o direito de ofender (se é que ela se sentiu ofendida) qualquer que seja a pessoa. Então, utilizo-me de mais de 140 caracteres para pedir desculpas a jornalista Cinthia Lages pelos meus comentários. Afinal, quem sou eu comparada à ela?!Reconheço minha pequenez.
Não sei se ela tomará conhecimento, mas é tudo que posso fazer.
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Mara Dallenna
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Vamos brincar de índio, fazer docinho...
Crescer não é fácil, viu?!
E pensar que durante toda a nossa infância ficamos pedindo pra ficar adultos! Quanta ilusão!
O mundo dos adultos é complicado, difícil, chato.
Sim, temos algumas regalias, como namorar, casar, viajar sozinhos, independência... Mas vejam só, até para usufruirmos de momentos de felicidade como estes, temos que sofrer as agruras das preocupações e dificuldades de se arranjar um namorado, ter emprego, ter dinheiro... Para isso você precisa trabalhar, acordar cedo, ter rotina, pagar contas, ter chefes, obrigações... Ufa!
Eu não gosto do mundo dos adultos. Definitivamente. Isso é porque eu nem falei das pessoas adultas! Que gentinha complicada, nam... Tudo tripa furada, ninguém nem pode dizer nada...
As pessoas complicam o mundo.
Bom mesmo é ser criança. É não ter preocupação com nadica de nada, a não ser o horário de terminar as tarefinha e ir brincar de pique-esconde.
É assistir a sessão da tarde, ver desenho animado (tudo bem que até hoje eu assisto, mas né, quem resiste ao Bob Esponja?), comer leite em pó escondido da mãe, pentear os cabelos da Barbie noiva, brincar de escolinha e por aí vai.
Voltar no tempo não dá mais. E isso não é arrepedimento de quem não aproveitou bem, pelo contrário, aproveitei tanto cada fase da minha vida que queria voltar no tempo pra matar essa saudade!
E pensar que durante toda a nossa infância ficamos pedindo pra ficar adultos! Quanta ilusão!
O mundo dos adultos é complicado, difícil, chato.
Sim, temos algumas regalias, como namorar, casar, viajar sozinhos, independência... Mas vejam só, até para usufruirmos de momentos de felicidade como estes, temos que sofrer as agruras das preocupações e dificuldades de se arranjar um namorado, ter emprego, ter dinheiro... Para isso você precisa trabalhar, acordar cedo, ter rotina, pagar contas, ter chefes, obrigações... Ufa!
Eu não gosto do mundo dos adultos. Definitivamente. Isso é porque eu nem falei das pessoas adultas! Que gentinha complicada, nam... Tudo tripa furada, ninguém nem pode dizer nada...
As pessoas complicam o mundo.
Bom mesmo é ser criança. É não ter preocupação com nadica de nada, a não ser o horário de terminar as tarefinha e ir brincar de pique-esconde.
É assistir a sessão da tarde, ver desenho animado (tudo bem que até hoje eu assisto, mas né, quem resiste ao Bob Esponja?), comer leite em pó escondido da mãe, pentear os cabelos da Barbie noiva, brincar de escolinha e por aí vai.
Voltar no tempo não dá mais. E isso não é arrepedimento de quem não aproveitou bem, pelo contrário, aproveitei tanto cada fase da minha vida que queria voltar no tempo pra matar essa saudade!
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Mara Dallenna
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
O Casório do ano!
Quem não tem vontade naquele Casamento Real, hein minha gente?
Lembro dos dias que eu sonhava com o Príncipe William! Ai meus 13 anos...
Vocês viram uma daminha que cagou as fotos na hora do beijo real? Fez cara de zangada por conta do barulho da plebeiada!
Depois me perguntam porque não quero crianças no meu casamento. Se nem o Príncipe escapou das presepadas de uma criança, avalie eu, pobre e relis mortal?!
Olha que encanto de daminha:
;)
Lembro dos dias que eu sonhava com o Príncipe William! Ai meus 13 anos...
Vocês viram uma daminha que cagou as fotos na hora do beijo real? Fez cara de zangada por conta do barulho da plebeiada!
Depois me perguntam porque não quero crianças no meu casamento. Se nem o Príncipe escapou das presepadas de uma criança, avalie eu, pobre e relis mortal?!
Olha que encanto de daminha:
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Mara Dallenna
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
Bom dia
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Mara Dallenna
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
Recuperação
Voltei.
Depois de um bom tempo sem saber o que é a escrita livre, voltei.
Depois da morte do meu amigo, morguei total. Não tinha forças pra levantar, nem pra acordar, nem pra comer... Mas eu precisava trabalhar, pegar ônibus, ir pra faculdade, e principalmente ir à igreja.
Então, foi isso que eu fiz. Mergulhei de corpo e alma no trabalho e em alguns projetos que eu até então havia protelado.
Passei os dias enchendo minha cabeça, de coisas e idéias. Sem nem um momentinho pra pensar.
Fácil não foi. E muito cansativo, porque se eu parasse, a dor voltava. Então, ocupei-me durante todo o dia para que a noite, ao me deitar na cama, logo dormisse, sem pensar.
E foi assim que a dor ficou silenciosa. Ela ainda está lá, não passou, e nem nunca vai passar. A diferença é que agora ela não está berrando no meu ouvido, e nem pulando dentro da minha cabeça como uma criança num parque de diversões. Ela apenas está lá. Quieta, silenciosa, conformada em apenas ser.
E foi assim que me descobri sorrindo novamente. Sem culpa. Que parei de chorar diariamente trancafiada em algum banheiro, ou com o rosto no travesseiro já ensopado.
Aos poucos eu voltei a mim. Graças a Deus, ao meu namorado, e aos meus amigos maravilhosos.
Para sempre lembrarei dele, com o carinho que ele merece. Lembrarei da gargalhada divertida, do olhar inocente, das brincadeiras sem fim...
P.S.: Agradeço à minha família também e às minhas queridas irmãs Dam e Jô! rsrs...
Depois de um bom tempo sem saber o que é a escrita livre, voltei.
Depois da morte do meu amigo, morguei total. Não tinha forças pra levantar, nem pra acordar, nem pra comer... Mas eu precisava trabalhar, pegar ônibus, ir pra faculdade, e principalmente ir à igreja.
Então, foi isso que eu fiz. Mergulhei de corpo e alma no trabalho e em alguns projetos que eu até então havia protelado.
Passei os dias enchendo minha cabeça, de coisas e idéias. Sem nem um momentinho pra pensar.
Fácil não foi. E muito cansativo, porque se eu parasse, a dor voltava. Então, ocupei-me durante todo o dia para que a noite, ao me deitar na cama, logo dormisse, sem pensar.
E foi assim que a dor ficou silenciosa. Ela ainda está lá, não passou, e nem nunca vai passar. A diferença é que agora ela não está berrando no meu ouvido, e nem pulando dentro da minha cabeça como uma criança num parque de diversões. Ela apenas está lá. Quieta, silenciosa, conformada em apenas ser.
E foi assim que me descobri sorrindo novamente. Sem culpa. Que parei de chorar diariamente trancafiada em algum banheiro, ou com o rosto no travesseiro já ensopado.
Aos poucos eu voltei a mim. Graças a Deus, ao meu namorado, e aos meus amigos maravilhosos.
Para sempre lembrarei dele, com o carinho que ele merece. Lembrarei da gargalhada divertida, do olhar inocente, das brincadeiras sem fim...
P.S.: Agradeço à minha família também e às minhas queridas irmãs Dam e Jô! rsrs...
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luto
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Dor, você sabe o que é isso?
Eu precisei vir aqui. Não com boas novas, não com novidades, nem com viagens que eu nem mesmo sei de onde continuar.
Eu vim porque estou sentindo dor. Dor que nunca senti antes na minha vida todinha.
Eu nunca soube o que era morte, luto, perder alguém pra sempre. E agora ele se foi. O meu amigo se foi.
Mas ele não foi levado, ele preferiu ir. Ele cansou de lutar, ele cansou de viver, ele cansou de não ser feliz.
E eu estou perdida, sem chão, porque não consegui fazê-lo feliz aqui nesta vida. Porque eu estava do seu lado, e não o fiz mudar de idéia. Porque fui impotente. Porque sou impotente.
Eu não durmo, e quando durmo não quero acordar.
Meu corpo pesa, e o coração fica apertado, apertado, que não me deixa respirar.
Eu choro todos os dias, e não adianta me pedirem pra não chorar mais. Eu quero chorar a morte dele, porque sinto que se eu não chorar eu posso esquecê-lo. E eu não quero esquecê-lo.
Eu sempre disse que a morte é uma passagem. Mas hoje, ela é pra mim um buraco negro. Sem fim.
Eu não sei em como voltar a ser como antes. Não sei no que me tornarei amanhã.
E tenho milhões de coisas pra fazer, mas eu apenas as faço. Eu não estou nelas e com elas.
Eu queria ter escolhido por ele. Eu queria ter lhe dado uma chance de ser feliz.
Eu vim porque estou sentindo dor. Dor que nunca senti antes na minha vida todinha.
Eu nunca soube o que era morte, luto, perder alguém pra sempre. E agora ele se foi. O meu amigo se foi.
Mas ele não foi levado, ele preferiu ir. Ele cansou de lutar, ele cansou de viver, ele cansou de não ser feliz.
E eu estou perdida, sem chão, porque não consegui fazê-lo feliz aqui nesta vida. Porque eu estava do seu lado, e não o fiz mudar de idéia. Porque fui impotente. Porque sou impotente.
Eu não durmo, e quando durmo não quero acordar.
Meu corpo pesa, e o coração fica apertado, apertado, que não me deixa respirar.
Eu choro todos os dias, e não adianta me pedirem pra não chorar mais. Eu quero chorar a morte dele, porque sinto que se eu não chorar eu posso esquecê-lo. E eu não quero esquecê-lo.
Eu sempre disse que a morte é uma passagem. Mas hoje, ela é pra mim um buraco negro. Sem fim.
Eu não sei em como voltar a ser como antes. Não sei no que me tornarei amanhã.
E tenho milhões de coisas pra fazer, mas eu apenas as faço. Eu não estou nelas e com elas.
Eu queria ter escolhido por ele. Eu queria ter lhe dado uma chance de ser feliz.
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Mara Dallenna
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